USD Compra R$ 4,8116 Venda R$ 5,3848
EUR Compra R$ 5,7350 Venda R$ 6,3746
GBP Compra R$ 6,6319 Venda R$ 7,4089
ARS Compra R$ 0,0019 Venda R$ 0,0058
MXN Compra R$ 0,2722 Venda R$ 0,3781
CLP Compra R$ 0,0048 Venda R$ 0,0071
UYU Compra R$ 0,0934 Venda R$ 0,1668
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1554 Venda R$ 1,8178
CHF Compra R$ 5,8815 Venda R$ 7,1479
CNY Compra R$ 0,0000 Venda R$ 0,8996
JPY Compra R$ 0,0267 Venda R$ 0,0384
ZAR Compra R$ 0,2263 Venda R$ 0,4041
AUD Compra R$ 3,1149 Venda R$ 3,9475
CAD Compra R$ 3,2185 Venda R$ 4,0777
NZD Compra R$ 2,6316 Venda R$ 3,3396
AED Compra R$ 1,1351 Venda R$ 1,6415
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4122 Venda R$ 0,8768
PLN Compra R$ 0,7231 Venda R$ 1,7353
O dólar abriu em baixa nesta quarta-feira (11), véspera de feriado no Brasil, após a divulgação da inflação de setembro, que veio abaixo das estimativas. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,26% em setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto o mercado projetava uma alta maior, de 0,34%.
O mercado internacional também tem um tom mais positivo, no início do dia, refletindo novos discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que aumentaram a percepção de que novas altas expressivas nas taxas de juros dos Estados Unidos podem não ser mais necessárias.
Às 09h05, o dólar caía 0,25%, cotado a R$ 5,0435. O IPCA subiu menos que o esperado, mas mostrou uma aceleração frente à agosto, quando tinha subido 0,23%. A alta da inflação em setembro foi puxada, mais uma vez, pelo aumento nos preços da gasolina - que registrou um avanço de 2,8% no mês.
No acumulado em 12 meses, a inflação tem alta de 5,19%, enquanto no ano, até aqui, o índice avançou 3,50%, ainda dentro da meta de inflação do Banco Central do Brasil (BC), de 3,25%, podendo oscilar entre 1,75% e 4,75%.
Especialistas explicam que inflação controlada é positivo para a economia, principalmente para o controle dos juros. A Selic, taxa básica de juros do país, está em 12,75% ao ano, depois de dois cortes de 0,50 ponto percentual promovidos pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa é que novos cortes aconteçam nos próximos meses.
Além do tom mais positivo no Brasil, o exterior também traz boas notícias, com destaque para os Estados Unidos. Dirigentes do Fed afirmaram que muitos contratos já estão sendo balizados pelas taxas de juros futuros, do rendimento dos títulos públicos no país, que atingiram o maior patamar desde 2007 na última semana.
Isso pode gerar um efeito na economia desejado pelo Fed, de controle da inflação. Assim, novas altas nas taxas pelo Fed só serão realizadas se houver muita necessidade e com muita cautela, como afirmou o vice-presidente da instituição, Philip Jefferson.
Continua pesando sobre os negócios, porém, a escalada dos conflitos entre Israel e Hamas. A principal preocupação econômica com o confronto é em relação ao petróleo, tendo em vista que a região do Oriente Médio é uma importante produtora e exportadora da commodity.
Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), ainda é cedo para dizer se a guerra trará impactos para a economia, mas há cautela com o preço do petróleo, que pode trazer impactos sobre a inflação e afetar o crescimento econômico em nível global
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