USD Compra R$ 4,8116 Venda R$ 5,3848
EUR Compra R$ 5,7350 Venda R$ 6,3746
GBP Compra R$ 6,6319 Venda R$ 7,4089
ARS Compra R$ 0,0019 Venda R$ 0,0058
MXN Compra R$ 0,2722 Venda R$ 0,3781
CLP Compra R$ 0,0048 Venda R$ 0,0071
UYU Compra R$ 0,0934 Venda R$ 0,1668
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1554 Venda R$ 1,8178
CHF Compra R$ 5,8815 Venda R$ 7,1479
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JPY Compra R$ 0,0267 Venda R$ 0,0384
ZAR Compra R$ 0,2263 Venda R$ 0,4041
AUD Compra R$ 3,1149 Venda R$ 3,9475
CAD Compra R$ 3,2185 Venda R$ 4,0777
NZD Compra R$ 2,6316 Venda R$ 3,3396
AED Compra R$ 1,1351 Venda R$ 1,6415
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4122 Venda R$ 0,8768
PLN Compra R$ 0,7231 Venda R$ 1,7353
O dólar fechou a sessão desta terça-feira (11) em forte queda, voltando aos R$ 5,00 e no menor patamar desde 10 de junho de 2022, quando havia encerrado em R$ 4,9871.
Investidores repercutiram o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que veio abaixo do esperado pelo mercado, e se animaram com a perspectiva de que uma queda de juros possa estar mais próxima.
Ao final da sessão, a moeda norte-americana caiu 1,17%, cotada a R$ 5,0067. Na mínima do dia, chegou a R$ 4,9894.
O destaque da agenda hoje é interno, com o resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador subiu 0,71% em março, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expectativa de mercado era de alta de 0,77%.
Com isso, o país passa a ter uma inflação acumulada de 4,65% na janela de 12 meses. É o menor valor para 12 meses desde janeiro de 2021.
O grande destaque no mês foi aumento da gasolina, que subiu 8,33% e teve impacto individual de 0,39 ponto percentual (p.p.) no índice. Trata-se de um efeito da reoneração dos combustíveis, determinada pelo governo federal no fim de fevereiro.
O grupo de Transportes teve a maior alta do índice em março, com a subida de 2,11% no mês. O segmento registrou impacto de 0,43 ponto percentual no IPCA. Além da gasolina, o etanol teve alta de 3,20% em março. No acumulado de 12 meses, contudo, ambos têm quedas de 22,06% e de 19,28%, respectivamente.
O resultado do IPCA vem na sequência de um avanço de 0,84% em fevereiro — uma desaceleração, portanto.
Mas, uma das principais preocupações dos economistas, o Índice Serviços do IPCA teve alta de 0,25% em março. Também é uma redução de ritmo relevante em relação a fevereiro, quando subiu 1,41%, mas a variação em 12 meses está acima do IPCA, marcando 7,63%.
"O Brasil não havia aproveitado o momento de melhora nos ativos de risco, esperando o arcabouço. Agora, temos a recuperação de setores com peso no índice e que tinham voltado lá fora, como os bancos. Agora, com inflação mais baixa, varejistas e incorporadoras também se beneficiam com a queda de juros", afirma.
O analista lembra que o dólar passa por um momento de fraqueza desde o chacoalho no setor bancário dos Estados Unidos, após a quebra do Silicon Valley Bank (SVB) e do Signature. Havia a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) fosse obrigado a parar a alta de juros para garantir a solvência das demais instituições financeiras.
Mas dados fortes da economia americana colocaram a hipótese de lado. Na semana passada, por exemplo, a taxa de desemprego do país caiu para 3,5% em março, indicando força do mercado de trabalho.
Por isso, amanhã todos os olhos estão voltados para dados de inflação nos Estados Unidos, com economistas prevendo que os preços ao consumidor cresceram 5,2% em março na base anual, após aumento de 6,0% em fevereiro. No entanto, o núcleo dos preços deve ter subido 5,6%, um ritmo ligeiramente mais rápido em comparação com os 5,5% de fevereiro.
Qualquer dado forte no relatório de inflação deve alimentar apostas de que o Federal Reserve continuará elevando os juros em sua próxima reunião de política monetária, no início de maio. Atualmente, os mercados futuros já precificam cerca de 70% de chance de o banco central norte-americano subir sua taxa básica em 0,25 ponto percentual.
Na China, a inflação ao consumidor atingiu uma mínima em 18 meses e a queda nos preços ao produtor acelerou em março. Em contraste com as demais economias desenvolvidas, a demanda no país permaneceu fraca, reforçando o argumento de que as autoridades talvez precisem tomar mais medidas para sustentar a recuperação econômica depois do impacto da pandemia.
O índice de preços ao consumidor subiu 0,7% na comparação anual, o ritmo mais lento desde setembro de 2021 e mais fraco do que o avanço de 1,0% em fevereiro, informou o Escritório Nacional de Estatísticas nesta terça-feira. O resultado ficou aquém do aumento de 1,0% apontado em uma pesquisa da Reuters.
O índice de preços ao produtor caiu 2,5% em relação ao ano anterior, o ritmo mais rápido desde junho de 2020 e em comparação com uma queda de 1,4% em fevereiro. O índice registra recuo agora por seis meses consecutivos.
A inflação dos preços dos alimentos, um dos principais impulsionadores da inflação ao consumidor, desacelerou para 2,4% em relação ao ano anterior, de 2,6% no mês anterior. Na comparação mensal, os preços dos alimentos caíram 1,4%.
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