USD Compra R$ 4,8528 Venda R$ 5,4307
EUR Compra R$ 5,8017 Venda R$ 6,4481
GBP Compra R$ 6,7502 Venda R$ 7,5405
ARS Compra R$ 0,0018 Venda R$ 0,0055
MXN Compra R$ 0,2722 Venda R$ 0,3781
CLP Compra R$ 0,0049 Venda R$ 0,0073
UYU Compra R$ 0,0945 Venda R$ 0,1688
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1621 Venda R$ 1,8284
CHF Compra R$ 5,9219 Venda R$ 7,1968
CNY Compra R$ 0,0000 Venda R$ 0,9024
JPY Compra R$ 0,0266 Venda R$ 0,0382
ZAR Compra R$ 0,2279 Venda R$ 0,4070
AUD Compra R$ 3,1142 Venda R$ 3,9466
CAD Compra R$ 3,2493 Venda R$ 4,1165
NZD Compra R$ 2,6705 Venda R$ 3,3886
AED Compra R$ 1,1436 Venda R$ 1,6538
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4153 Venda R$ 0,8835
PLN Compra R$ 0,7312 Venda R$ 1,7549
O dólar voltou a recuar nesta terça-feira (16), sendo negociado a R$ 5,3019 por volta das 12h45, em queda de 0,36% e acumulando cinco sessões consecutivas de baixa, o que o levou ao menor patamar desde junho do ano passado. Em movimento oposto, o Ibovespa avançava 0,24%, aos 143.885 pontos, renovando o recorde histórico alcançado ontem. O cenário reflete a expectativa de cortes nos juros dos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que as taxas no Brasil devem permanecer elevadas, tornando o país mais atrativo para investidores estrangeiros e estimulando a entrada de recursos que fortalecem a bolsa e pressionam a cotação da moeda americana para baixo.
No Brasil, o destaque da agenda foi a divulgação da Pnad Contínua pelo IBGE, que mostrou queda da taxa de desemprego para 5,6% no trimestre encerrado em julho, o menor nível da série histórica iniciada em 2012. O resultado representa redução em relação aos 6,6% do trimestre anterior e equivale a 6,118 milhões de pessoas sem trabalho, número próximo ao registrado no fim de 2013. Apesar do avanço expressivo, analistas apontam sinais de estabilização do mercado de trabalho, com expectativa de desaceleração gradual a partir do fim do terceiro trimestre, embora a taxa de desemprego deva encerrar 2025 em torno de 5,6%.
Nos Estados Unidos, a divulgação de novos indicadores trouxe sinais mistos para os mercados. As vendas no varejo subiram 0,6% em agosto, acima das expectativas de 0,2%, enquanto a produção industrial cresceu 0,2%, contrariando projeções de retração. Os dados sugerem que a economia americana segue resiliente, o que pode reduzir as chances de cortes rápidos nos juros pelo Federal Reserve. Além disso, a cena política também influencia as discussões sobre política monetária, com a indicação de Stephen Miran, ligado a Donald Trump, avançando no Senado, enquanto a tentativa de afastar Lisa Cook do comitê foi barrada pela Justiça, embora a Casa Branca prometa recorrer.
Nos mercados globais, o otimismo inicial em Wall Street perdeu força após os números mais fortes do que o esperado, levando os índices a operar em leve queda: Dow Jones recuava 0,39%, S&P 500 caía 0,12% e Nasdaq tinha baixa de 0,08%. Na Europa, prevalecia cautela diante da expectativa sobre os juros nos EUA, com o STOXX 600 caindo 0,13% e principais bolsas recuando, como Frankfurt (-0,25%), Madri (-0,50%) e Londres (-0,08%). Já Paris registrava pequena alta de 0,03%. Na Ásia, o pregão foi instável, mas sem grandes variações: Xangai fechou em leve alta de 0,04%, enquanto o Nikkei subiu 0,3% e Seul avançou 1,24%.
Assim, os mercados globais operam entre o otimismo com possíveis cortes nos juros e a cautela diante da resiliência da economia americana, enquanto no Brasil a combinação de juros elevados e melhora no mercado de trabalho tem fortalecido o real e sustentado novos recordes da bolsa.
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