USD Compra R$ 4,6737 Venda R$ 5,2314
EUR Compra R$ 5,5067 Venda R$ 6,1232
GBP Compra R$ 6,4253 Venda R$ 7,1790
ARS Compra R$ 0,0018 Venda R$ 0,0055
MXN Compra R$ 0,2611 Venda R$ 0,3626
CLP Compra R$ 0,0045 Venda R$ 0,0066
UYU Compra R$ 0,0879 Venda R$ 0,1569
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0018
PEN Compra R$ 1,1052 Venda R$ 1,7388
CHF Compra R$ 5,6329 Venda R$ 6,8471
CNY Compra R$ 0,4438 Venda R$ 0,8876
JPY Compra R$ 0,0253 Venda R$ 0,0354
ZAR Compra R$ 0,2134 Venda R$ 0,3810
AUD Compra R$ 3,0593 Venda R$ 3,8776
CAD Compra R$ 3,0909 Venda R$ 3,9173
NZD Compra R$ 2,4990 Venda R$ 3,1728
AED Compra R$ 1,1014 Venda R$ 1,5934
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,3999 Venda R$ 0,8508
O dólar inverteu o sinal e opera em baixa nesta sexta-feira (4), enquanto investidores repercutem a divulgação dos mais recentes dados de emprego dos Estados Unidos, que registraram um leve avanço em julho em relação ao mês imediatamente anterior. Esses números são importantes para guiar as decisões sobre juros no país.
No Brasil, o dia é de agenda esvaziada e os investidores acompanham, sobretudo, os resultados corporativos do segundo trimestre reportados pela Petrobras e pelo Bradesco na véspera.
Às 09h50, a moeda norte-americana caía 0,17%, cotada a R$ 4,8900.
No dia anterior, o dólar teve forte alta de 1,96%, vendido a R$ 4,8981.
O grande destaque do pregão desta sexta-feira é a divulgação dos dados de emprego nos Estados Unidos, pelo relatório payroll, como é conhecido.
Em julho, o número de novos empregos foi de 187 mil, o que representa uma leve alta em relação à junho, quando o número foi de 185 mil. No entanto, apesar do avanço, os dados vieram abaixo das expectativas do mercado, que esperava a criação de 200 mil empregos.
Dados que mostram que o mercado de trabalho americano continua aquecido podem pesar contra os mercados. A forte geração de emprego indica que a população continua com dinheiro na mão, o que pode seguir pressionando a inflação do país.
Por outro lado, quando os dados de emprego vêm mais fracos, é um sinal de que a política de alta nos juros empreendida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) está gerando efeitos e controlando a atividade econômica.
Esses números são observados com atenção pela instituição para decidir quais os seus próximos passos em relação aos juros nos Estados Unidos, hoje entre 5,25% e 5,50% ao ano, após uma alta de 0,25 ponto percentual na última reunião do Fed.
Juros elevados na maior economia do mundo aumenta, também, o rendimento dos títulos públicos do país, que são considerados os mais seguros do planeta.
Assim - principalmente em um momento em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) começou a cortar a Selic, taxa básica de juros -, especialistas explicam que é natural uma migração de investidores que saem dos ativos de risco para se posicionarem em títulos mais seguros, o que valoriza o dólar em detrimento do real.
No Brasil, além de continuar repercutindo o último Copom, que reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, a 13,25% ao ano, os investidores olham para os números divulgados pela Petrobras e pelo Bradesco.
Enquanto a petroleira teve uma redução de 47% no lucro anual, somando R$ 28,782 bilhões, o banco teve lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, o que representa uma queda de 36%.
Ainda sobre a Petrobras, nesta manhã o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a Petrobras informou estar "no limite do preço marginal" e deve reajustar os preços dos combustíveis no país em caso de oscilação para cima no mercado externo.
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