USD Compra R$ 4,7859 Venda R$ 5,3563
EUR Compra R$ 5,5490 Venda R$ 6,1698
GBP Compra R$ 6,5490 Venda R$ 7,3166
ARS Compra R$ 0,0018 Venda R$ 0,0053
MXN Compra R$ 0,2053 Venda R$ 0,3667
CLP Compra R$ 0,0044 Venda R$ 0,0066
UYU Compra R$ 0,0896 Venda R$ 0,1601
COP Compra R$ 0,0011 Venda R$ 0,0021
PEN Compra R$ 1,1350 Venda R$ 1,7858
CHF Compra R$ 5,6111 Venda R$ 6,8207
CNY Compra R$ 0,4544 Venda R$ 0,9089
JPY Compra R$ 0,0254 Venda R$ 0,0355
ZAR Compra R$ 0,2201 Venda R$ 0,3931
AUD Compra R$ 3,0452 Venda R$ 3,8598
CAD Compra R$ 3,0870 Venda R$ 3,9123
NZD Compra R$ 2,5147 Venda R$ 3,1926
AED Compra R$ 1,1283 Venda R$ 1,6318
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0009
BOB Compra R$ 0,2853 Venda R$ 0,6068
O dólar inverteu o sinal e opera em baixa nesta sexta-feira (4), enquanto investidores repercutem a divulgação dos mais recentes dados de emprego dos Estados Unidos, que registraram um leve avanço em julho em relação ao mês imediatamente anterior. Esses números são importantes para guiar as decisões sobre juros no país.
No Brasil, o dia é de agenda esvaziada e os investidores acompanham, sobretudo, os resultados corporativos do segundo trimestre reportados pela Petrobras e pelo Bradesco na véspera.
Às 09h50, a moeda norte-americana caía 0,17%, cotada a R$ 4,8900.
No dia anterior, o dólar teve forte alta de 1,96%, vendido a R$ 4,8981.
O grande destaque do pregão desta sexta-feira é a divulgação dos dados de emprego nos Estados Unidos, pelo relatório payroll, como é conhecido.
Em julho, o número de novos empregos foi de 187 mil, o que representa uma leve alta em relação à junho, quando o número foi de 185 mil. No entanto, apesar do avanço, os dados vieram abaixo das expectativas do mercado, que esperava a criação de 200 mil empregos.
Dados que mostram que o mercado de trabalho americano continua aquecido podem pesar contra os mercados. A forte geração de emprego indica que a população continua com dinheiro na mão, o que pode seguir pressionando a inflação do país.
Por outro lado, quando os dados de emprego vêm mais fracos, é um sinal de que a política de alta nos juros empreendida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) está gerando efeitos e controlando a atividade econômica.
Esses números são observados com atenção pela instituição para decidir quais os seus próximos passos em relação aos juros nos Estados Unidos, hoje entre 5,25% e 5,50% ao ano, após uma alta de 0,25 ponto percentual na última reunião do Fed.
Juros elevados na maior economia do mundo aumenta, também, o rendimento dos títulos públicos do país, que são considerados os mais seguros do planeta.
Assim - principalmente em um momento em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) começou a cortar a Selic, taxa básica de juros -, especialistas explicam que é natural uma migração de investidores que saem dos ativos de risco para se posicionarem em títulos mais seguros, o que valoriza o dólar em detrimento do real.
No Brasil, além de continuar repercutindo o último Copom, que reduziu a taxa Selic em 0,50 ponto percentual, a 13,25% ao ano, os investidores olham para os números divulgados pela Petrobras e pelo Bradesco.
Enquanto a petroleira teve uma redução de 47% no lucro anual, somando R$ 28,782 bilhões, o banco teve lucro líquido de R$ 4,5 bilhões, o que representa uma queda de 36%.
Ainda sobre a Petrobras, nesta manhã o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a Petrobras informou estar "no limite do preço marginal" e deve reajustar os preços dos combustíveis no país em caso de oscilação para cima no mercado externo.
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