USD Compra R$ 4,8116 Venda R$ 5,3848
EUR Compra R$ 5,7350 Venda R$ 6,3746
GBP Compra R$ 6,6319 Venda R$ 7,4089
ARS Compra R$ 0,0019 Venda R$ 0,0058
MXN Compra R$ 0,2722 Venda R$ 0,3781
CLP Compra R$ 0,0048 Venda R$ 0,0071
UYU Compra R$ 0,0934 Venda R$ 0,1668
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1554 Venda R$ 1,8178
CHF Compra R$ 5,8815 Venda R$ 7,1479
CNY Compra R$ 0,0000 Venda R$ 0,8996
JPY Compra R$ 0,0267 Venda R$ 0,0384
ZAR Compra R$ 0,2263 Venda R$ 0,4041
AUD Compra R$ 3,1149 Venda R$ 3,9475
CAD Compra R$ 3,2185 Venda R$ 4,0777
NZD Compra R$ 2,6316 Venda R$ 3,3396
AED Compra R$ 1,1351 Venda R$ 1,6415
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4122 Venda R$ 0,8768
PLN Compra R$ 0,7231 Venda R$ 1,7353
O dólar opera em queda nesta quarta-feira (3), dia de decisões sobre as taxas básicas de juros no Brasil e nos Estados Unidos. As expectativas são de que o Banco Central do Brasil (BC) mantenha a taxa Selic em 13,75%, enquanto o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deve elevar seus juros em 0,25 ponto percentual.
No Brasil, agentes avaliam que os dados de atividade econômica e os núcleos de inflação medidos pelo IPCA-15, divulgado na semana passada, podem afastar um tom mais sereno do Banco Central e tirar um pouco da clareza das intenções do Comitê de Política Monetária (Copom) para a próxima reunião.
"Além disso, a questão fiscal vigente ainda não tem definição e portanto, não abre espaço para que haja alívio nos vértices das curvas de juros de forma a permitir a retomada do afrouxamento monetário antes do segundo semestre deste ano, sendo possíveis cortes a partir de agosto", diz a análise da Infinity Asset.
Para a casa de análise, inclusive, os cortes no segundo semestre só poderão seguir a depender dos rumos do arcabouço fiscal e se seu foco continuará na busca por receitas e não, na redução de despesas.
Nos Estados Unidos, a decisão de hoje do Federal Reserve também é amplamente esperada e as atenções estarão no tom da coletiva do presidente da entidade, Jerome Powell.
Ainda que a inflação americana tenha desacelerado lentamente nas últimas medições, o mercado de trabalho apresenta bastante força. O Fed teme que, assim, as pressões salariais adicionem mais um componente inflacionário à economia americana.
Apesar de toda a expectativa para a "Super Quarta", investidores estão menos apreensivos com os resultados de juros do que com as mensagens que serão enviadas pelas autoridades monetárias nesta quarta-feira.
Assim, serão vigiados os resultados da geração de empregos pelo setor privado (ADP Employment) nesta quarta e do relatório de emprego norte-americano (também conhecido como payroll) na sexta-feira.
O ADP já surpreendeu: foram abertas no setor privado 296 mil vagas no mês passado, mostrou o relatório. Economistas consultados pela Reuters previam que 148 mil vagas seriam criadas.
Além disso, os dados de março foram revisados para baixo para mostrar 142 mil postos em vez de 145 mil conforme relatado anteriormente.
Em relatório desta manhã, porém, a XP Investimentos alertava para a desaceleração do mercado de trabalho em meio à alta de juros. "O número de vagas disponíveis nos EUA caiu para o nível mais baixo em quase dois anos em março, com o mercado de trabalho na maior economia do mundo mostrando sinais de arrefecimento em resposta ao aumento das taxas de juros", diz o texto.
"Esfriar o mercado de trabalho em alta nos EUA tem sido um pilar fundamental da recente campanha agressiva de aumento de juros do Fed, com algumas autoridades argumentando que um abrandamento nessa parte da economia pode auxiliar a reduzir a inflação elevada."
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