USD Compra R$ 4,7930 Venda R$ 5,3641
EUR Compra R$ 5,6696 Venda R$ 6,3025
GBP Compra R$ 6,5934 Venda R$ 7,3660
ARS Compra R$ 0,0019 Venda R$ 0,0056
MXN Compra R$ 0,2659 Venda R$ 0,3693
CLP Compra R$ 0,0045 Venda R$ 0,0067
UYU Compra R$ 0,0889 Venda R$ 0,1587
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1290 Venda R$ 1,7763
CHF Compra R$ 5,7525 Venda R$ 6,9918
CNY Compra R$ 0,0000 Venda R$ 0,9055
JPY Compra R$ 0,0261 Venda R$ 0,0375
ZAR Compra R$ 0,2208 Venda R$ 0,3943
AUD Compra R$ 3,0903 Venda R$ 3,9165
CAD Compra R$ 3,1600 Venda R$ 4,0042
NZD Compra R$ 2,5557 Venda R$ 3,2442
AED Compra R$ 1,1297 Venda R$ 1,6339
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4105 Venda R$ 0,8733
PLN Compra R$ 0,7087 Venda R$ 1,7008
O Brics, bloco formado por países emergentes como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, tem ganhado força e novos membros diante da crescente insatisfação com o domínio dos países do G7 e a centralidade do dólar nas transações globais. O grupo busca alternativas ao sistema financeiro internacional liderado pelos EUA, promovendo a “desdolarização” ao intensificar o uso de moedas locais no comércio e desenvolver mecanismos próprios, como o Brics Pay (plataforma de pagamentos em moeda local) e o Brics Bridge (alternativa ao sistema Swift).
Apesar disso, o bloco ainda enfrenta desafios significativos. O Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), criado para ser uma alternativa ao Banco Mundial, é pequeno e com atuação limitada, tendo aprovado apenas US$ 39 bilhões em empréstimos desde sua criação. A ideia de uma moeda comum, chamada “Unidade” e lastreada em ouro, foi proposta, mas enfrenta resistência, especialmente da Índia, que teme o domínio chinês e quer manter boas relações com os EUA.
O dólar ainda domina o comércio global — usado em 90% das transações e compondo 59% das reservas cambiais — e não há, por enquanto, uma moeda do Brics com liquidez e aceitação suficientes para rivalizar com ele. Em 2024, apenas 3% do comércio global ocorreu entre os países do bloco, o que expõe seus limites práticos.
Em termos geopolíticos, o Brics já soma mais população (3,3 bilhões) e cresce em participação no PIB mundial, enquanto o G7 perde espaço. Além disso, o bloco detém grande parte dos recursos energéticos globais, como petróleo, gás natural, carvão e terras raras, o que aumenta sua influência estratégica.
A ascensão do Brics tem gerado reações agressivas dos EUA, especialmente do ex-presidente Donald Trump, que já aplicou tarifas pesadas ao Brasil e à China, e ameaça impor novas sanções a todos os membros do bloco. Trump acusa o grupo de ser “antiamericano” e tenta desestabilizá-lo politicamente, inclusive pressionando a África do Sul a alterar políticas internas e tentando atrair a Índia para seu lado. A Índia, por sua vez, tem evitado confrontos diretos com os EUA, dificultando consensos dentro do bloco.
O Brics representa uma tentativa concreta de romper com o sistema unipolar liderado pelos EUA, mas ainda enfrenta obstáculos internos, como divergências estratégicas entre seus membros, limitações econômicas e resistência do sistema financeiro global. Mesmo assim, o bloco sinaliza uma mudança importante na ordem econômica mundial, desafiando o status quo e buscando maior autonomia para o Sul global.
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