USD Compra R$ 4,8116 Venda R$ 5,3848
EUR Compra R$ 5,7350 Venda R$ 6,3746
GBP Compra R$ 6,6319 Venda R$ 7,4089
ARS Compra R$ 0,0019 Venda R$ 0,0058
MXN Compra R$ 0,2722 Venda R$ 0,3781
CLP Compra R$ 0,0048 Venda R$ 0,0071
UYU Compra R$ 0,0934 Venda R$ 0,1668
COP Compra R$ 0,0010 Venda R$ 0,0019
PEN Compra R$ 1,1554 Venda R$ 1,8178
CHF Compra R$ 5,8815 Venda R$ 7,1479
CNY Compra R$ 0,0000 Venda R$ 0,8996
JPY Compra R$ 0,0267 Venda R$ 0,0384
ZAR Compra R$ 0,2263 Venda R$ 0,4041
AUD Compra R$ 3,1149 Venda R$ 3,9475
CAD Compra R$ 3,2185 Venda R$ 4,0777
NZD Compra R$ 2,6316 Venda R$ 3,3396
AED Compra R$ 1,1351 Venda R$ 1,6415
PYG Compra R$ 0,0004 Venda R$ 0,0008
BOB Compra R$ 0,4122 Venda R$ 0,8768
PLN Compra R$ 0,7231 Venda R$ 1,7353
O dólar opera em baixa nesta quinta-feira (14), refletindo as decisões sobre política monetária que aconteceram na véspera.
No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic, taxa básica de juros, em 0,5 ponto percentual, de 12,25% ao ano para 11,75% ao ano.
Já nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manteve seus juros entre 5,25% e 5,50% ao ano, mas com o presidente da instituição, Jerome Powell, sinalizando que os aumentos dos juros do país podem ter chegado ao fim.
Às 09h40, o dólar caía 0,75%, cotado a R$ 4,8810. No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em baixa de 0,97%, vendida a R$ 4,9177. O Ibovespa só começa a operar às 10h.
No dia anterior, o índice fechou em alta de 2,42%, aos 129.465 pontos, na maior pontuação desde 24 de junho de 2021.
O Copom optou por cortar, mais uma vez, a taxa Selic em 0,5 ponto percentual e já sinalizou que novos cortes são previstos para 2024.
André Meirelles, Diretor de Alocação e Distribuição da InvestSmart XP, destaca que o comitês disse "que o cenário internacional, apesar de continuar volátil, mostra-se menos adverso do que na reunião anterior, marcado pela queda nas taxas de juros longas dos Estados Unidos e pela incipiente queda nos núcleos da inflação".
"A grande expectativa do mercado era se o COPOM sinalizaria uma aceleração do corte para as próximas reuniões, o que não foi feito pelo comitê, que manteve a sinalização de corte de -0,5% para as próximas reuniões", diz.
O especialista continua: "de modo geral, o comunicado não trouxe grandes mudanças em relação ao anterior e também reforçou a importância do cumprimento da meta fiscal para a ancoragem nas expectativas de inflação e, consequentemente para a política monetária".
Juros mais baixos favorecem a economia, principalmente as empresas ligadas ao consumo doméstico, como varejistas e construtoras, já que fica mais barato para a população tomar crédito e financiar compras.
Já nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros em uma faixa de 5,25% a 5,50% ao ano em decisão unânime. Esse continua sendo o maior nível das taxas desde 2001.
O grande destaque veio depois do anúncio, quando Jerome Powell, em entrevista a jornalistas, sinalizou que os aumentos dos juros do país podem ter chegado ao fim. Mas ponderou.
"Embora acreditemos que nossa taxa de juros esteja no pico do ciclo de aperto monetário ou perto dele, a economia surpreendeu analistas", disse.
O chefe do BC norte-americano também afirmou que, embora não vejam como provável a elevação da taxa de juros, as autoridades do Fed não querem tirar a possibilidade da mesa. "Estamos preparados para apertar ainda mais a política monetária, se for apropriado."
A decisão em si já era esperada pelo mercado, já que os índices de inflação no país mostram sinais de desaceleração. A inflação anual, em novembro, caiu de 3,2% para 3,1%, enquanto a meta do Fed é de 2%.
Em comunicado, a instituição informou que indicadores recentes sugerem que a atividade econômica do país "desacelerou em relação ao ritmo forte registrado no terceiro trimestre".
A afirmação representa uma atualização frente ao último comunicado, em novembro, quando o colegiado destacou o avanço do ritmo da atividade econômica. Entre julho e setembro, o PIB norte-americano subiu a uma taxa anual de 4,9%, o maior crescimento desde 2021.
A expectativa é que o Fed só inicie um ciclo de cortes nas taxas em meados de 2024.
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